segunda-feira, 1 de agosto de 2011

“Un repaso para el proyecto final”

A princípio, achei que seria tranquilo o pré-projeto, desde a primeira apresentação, mas não foi e ainda estou tentando seguir a ideia original que era trabalhar com multiculturalismo e interculturalismo no ensino/aprendizagem de espanhol para brasileiros em um curso de pré-vestibular, seguindo o modelo de base intercultural, segundo a profª Márcia paraquett, no cap 7 da Coleção Explorando o Ensino, Vol.16, EM/ MEC. Tudo com a finalidade de contribuir para uma reflexão e uma prática pedagógica em “prol da desconstrução de falsas crenças, de estereótipos culturais e de modelos de aprendizagem que sejam redutores ou simplistas”, conforme sugerem os documentos brasileiros que norteiam nossa educação: os PCN’s (1998) e as OCN’s (2006).

Slide 1“Los otros y nosotros” Para reflexionar un mundo mejor…
Slide 2“Esto de la globalización sirve para que comprendamos que las gentes de otras razas y otras culturas se enamoran de la misma manera que nosotros.”
Slide 3“y, como nosotros, hacen el amor, y de ese amor nacen hijos a los que cuidan y quieren, como nosotros.”
Slide 4Y también necesitan música para expresarse, bailar y divertirse, como nosotros”
Slide 5“Y lloran sus penas con lágrimas como las nuestras y ríen sus alegrías a carcajadas, como nosotros.”
Slide 6“Hasta alquilan las mismas películas que vemos nosotros y comen igual Fast-food con las mismas gaseosas que bebemos aquí.”
Slide 7“¿Qué nos demuestra todo esto? Que ellos, aparentemente tan distintos, Son como nosotros.”
Slide 9Quino. Revista Viva, Diario Clarín. ¡Se dice tan fácil “son como nosotros” ! Cuánto tiempo nos llevará empezar a decirnos “Somos como ellos”??



La lengua es el vehículo que nos permite relaciones interculturales que nos hace tomar conciencia de nuestra cultura y de nuestra forma de ser, de nuestro lugar en el mundo, y al mismo tiempo nos posibilita aprender a comprender y respetar la cultura ajena con sus determinaciones históricas y socio-políticas.(Rosineide G. Da Silva, Revista Nebrija de LingüísticaAplicada, 6 (3), 2009:47- 52).
           
  Assim foi a primeira apresentação no dia 03 de maio, pois acreditava, e acredito, ser perfeitamente viável que o professor de pré-vestibular possa dar o conteúdo necessário para preparar o aluno para o vestibular e ainda contribuir com debates sócio-culturais em sala de aula. Seguindo as recomendações dos documentos, o professor deve trabalhar a LE em sala oferecendo a oportunidade ao aluno de conhecer a cultura hispano-americana a partir de uma perspectiva social em que o conhecimento é construído através da interação entre os sujeitos. Mas eram muitos problemas a serem tratados e a pesquisa ficou muito extensa, então o professor Antônio Ferreira sugeriu que eu buscasse focar em temas de investigação atuais e também que pensasse em como o vestibular avalia esses alunos e comentou a possibilidade de pesquisar sobre o ENEM. Além de outras observações, o título estava enorme: “O letramento crítico de textos em espanhol utilizados nas provas de vestibular: uma contribuição para a (re)construção identitária do vestibulando”.
            Ainda no mês de maio, tive mais um encontro com a minha orientadora, a professora Flávia Dutra, e discutimos sobre o tema: Como o letramento crítico pode contribuir com a formação social do indivíduo e se ler textos em espanhol seria uma forma de conhecer o “outro”. Ficou decidido que eu buscaria diferentes gêneros textuais encontrados em provas de vestibular, porém todos tratariam do mesmo tema, como sugeriu Paraquett, e, a seguir, seriam debatidos em sala. Proposta da Flávia: gravar as aulas para depois transcrevê-las e trabalhar em cima destes dados. Foi quando o problema se focou no letramento crítico em diferentes gêneros de provas de vestibular. Recebi vários textos como embasamento teórico para continuar a pesquisa e, dentre deles, um dos que mais gostei foi “Modelos de letramento e as práticas de alfabetização na Escola” de Ângela B. Kleiman.

Um comentário: